{"resource":{"model_name":"publication","name":" Mário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade","isbn":"","pages_number":104,"lang":"","published_on_relative":{"bits":1035776},"created_at":"2025-03-06T22:56:01.000Z","published_on":"2023","published_on_year":2023,"website_list":["https://archivo.mssa.cl/Detail/objects/12987"],"image_resize":"https://artenlinea.s3-accelerate.amazonaws.com/digital_files/19945/resize_images.jpg","image_thumb":"https://artenlinea.s3-accelerate.amazonaws.com/digital_files/19945/resize_images.jpg","image_large":"https://artenlinea.s3-accelerate.amazonaws.com/digital_files/19945/large_images.jpg","authors":"","publication_kinds":[{"slug":"libro","name":"Libro","id":3452,"taggings_count":870}],"editorial":null,"url":"/publications/mario-pedrosa-critico-de-arte-e-da-modernidade","description":"\u003cdiv\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade, de Glaucia Villas Bôas, é a mais nova publicação da Editora UFRJ, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. O lançamento acontecerá no dia 23 de novembro, às 19h, na Livraria da Travessa, à rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo. O livro analisa diferentes fases da trajetória de Mário Pedrosa (1900-1981), evidenciando o quanto seu trabalho se fundamenta em uma crítica à modernidade.\u003cbr\u003eAo longo do texto a autora explora o pensamento do crítico com base na suposição de que ele elaborou uma concepção de modernidade incomum para sua época. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, que consideravam a supressão do passado uma das condições sem as quais o país não entraria na modernidade, Mario Pedrosa ressaltou a necessidade de preservar o tempo das origens e valorizar as diferenças culturais e étnicas.\u003cbr\u003eNa década de 1950, quando no Brasil a onda moderno-desenvolvimentista projetava o futuro do país, Mario Pedrosa problematizava a aceleração do tempo, o individualismo exacerbado e a racionalidade técnica como obstáculos a um desenvolvimento mais justo e igualitário. A arte abstrata geométrica, que defendeu em sua crítica, ao mesmo tempo em que fazia parte da modernidade, trazia a promessa de sua redenção. Na visão do crítico, somente o concretismo poderia devolver aos seres humanos a sensibilidade perdida em um mundo frio e racional.\u003cbr\u003eA relação entre arte e modernidade adotada por Mario Pedrosa é o fio condutor dos cinco capítulos do livro. Nele, Glaucia Villas Bôas analisa a amizade entre o crítico e Mario de Andrade, considerando suas proximidades e diferenças; a história do Ateliê do Engenho de Dentro, no Centro Nacional Psiquiátrico Pedro II, e o surgimento da arte concreta carioca. A autora destaca ainda as ideias do crítico na elaboração da curadoria da VI Bienal de São Paulo, em 1961, e seu protagonismo na criação do Museu da Solidariedade Salvador Allende durante o exílio no Chile, de 1970 a 1973.\u003cbr\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade é uma contribuição para o atual debate crítico da modernidade nos meios artísticos, além de fortalecer o desenvolvimento da sociologia da arte, disciplina cuja demanda é crescente em cursos de graduação e pós-graduação.\u003cbr\u003eGlaucia Villas Bôas é professora titular da UFRJ, pesquisadora do CNPq e integrante do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Tem artigos e livros publicados nas áreas de teoria sociológica e sociologia da cultura e da arte. Dentre os livros, destaca-se Forma privilegiada. A arte concreta no Rio de Janeiro de 1946 a 1959, publicado em 2022.\u003c/div\u003e"},"definitions":{"people":{"from":{"title":" Mário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade","synopsis":"","description":"\u003cdiv\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade, de Glaucia Villas Bôas, é a mais nova publicação da Editora UFRJ, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. O lançamento acontecerá no dia 23 de novembro, às 19h, na Livraria da Travessa, à rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo. O livro analisa diferentes fases da trajetória de Mário Pedrosa (1900-1981), evidenciando o quanto seu trabalho se fundamenta em uma crítica à modernidade.\u003cbr\u003eAo longo do texto a autora explora o pensamento do crítico com base na suposição de que ele elaborou uma concepção de modernidade incomum para sua época. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, que consideravam a supressão do passado uma das condições sem as quais o país não entraria na modernidade, Mario Pedrosa ressaltou a necessidade de preservar o tempo das origens e valorizar as diferenças culturais e étnicas.\u003cbr\u003eNa década de 1950, quando no Brasil a onda moderno-desenvolvimentista projetava o futuro do país, Mario Pedrosa problematizava a aceleração do tempo, o individualismo exacerbado e a racionalidade técnica como obstáculos a um desenvolvimento mais justo e igualitário. A arte abstrata geométrica, que defendeu em sua crítica, ao mesmo tempo em que fazia parte da modernidade, trazia a promessa de sua redenção. Na visão do crítico, somente o concretismo poderia devolver aos seres humanos a sensibilidade perdida em um mundo frio e racional.\u003cbr\u003eA relação entre arte e modernidade adotada por Mario Pedrosa é o fio condutor dos cinco capítulos do livro. Nele, Glaucia Villas Bôas analisa a amizade entre o crítico e Mario de Andrade, considerando suas proximidades e diferenças; a história do Ateliê do Engenho de Dentro, no Centro Nacional Psiquiátrico Pedro II, e o surgimento da arte concreta carioca. A autora destaca ainda as ideias do crítico na elaboração da curadoria da VI Bienal de São Paulo, em 1961, e seu protagonismo na criação do Museu da Solidariedade Salvador Allende durante o exílio no Chile, de 1970 a 1973.\u003cbr\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade é uma contribuição para o atual debate crítico da modernidade nos meios artísticos, além de fortalecer o desenvolvimento da sociologia da arte, disciplina cuja demanda é crescente em cursos de graduação e pós-graduação.\u003cbr\u003eGlaucia Villas Bôas é professora titular da UFRJ, pesquisadora do CNPq e integrante do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Tem artigos e livros publicados nas áreas de teoria sociológica e sociologia da cultura e da arte. Dentre os livros, destaca-se Forma privilegiada. A arte concreta no Rio de Janeiro de 1946 a 1959, publicado em 2022.\u003c/div\u003e","id":2546,"num_ins":null,"examples_number":null,"pages_number":104,"published_on":null,"published_on_t":null,"publication_type_id":null,"periodicity_id":null,"country_id":6,"city_id":76,"province_id":246,"created_at":"2025-03-06T22:56:01.000Z","updated_at":"2025-03-06T23:13:57.000Z","lang":"","editorial_id":null,"institution_id":null,"completed_rate":null,"deleted_at":null,"slug":"mario-pedrosa-critico-de-arte-e-da-modernidade","rank":null,"isbn":"","published_on_relative":{"bits":1035776},"death_date_relative":null,"birth_date_relative":null,"website_list":["https://archivo.mssa.cl/Detail/objects/12987"],"tag_list":[],"publication_type_list":["Libro"]},"relation_type":"User","per":4,"as":"participable"},"institutions":{"from":{"title":" Mário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade","synopsis":"","description":"\u003cdiv\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade, de Glaucia Villas Bôas, é a mais nova publicação da Editora UFRJ, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. O lançamento acontecerá no dia 23 de novembro, às 19h, na Livraria da Travessa, à rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo. O livro analisa diferentes fases da trajetória de Mário Pedrosa (1900-1981), evidenciando o quanto seu trabalho se fundamenta em uma crítica à modernidade.\u003cbr\u003eAo longo do texto a autora explora o pensamento do crítico com base na suposição de que ele elaborou uma concepção de modernidade incomum para sua época. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, que consideravam a supressão do passado uma das condições sem as quais o país não entraria na modernidade, Mario Pedrosa ressaltou a necessidade de preservar o tempo das origens e valorizar as diferenças culturais e étnicas.\u003cbr\u003eNa década de 1950, quando no Brasil a onda moderno-desenvolvimentista projetava o futuro do país, Mario Pedrosa problematizava a aceleração do tempo, o individualismo exacerbado e a racionalidade técnica como obstáculos a um desenvolvimento mais justo e igualitário. A arte abstrata geométrica, que defendeu em sua crítica, ao mesmo tempo em que fazia parte da modernidade, trazia a promessa de sua redenção. Na visão do crítico, somente o concretismo poderia devolver aos seres humanos a sensibilidade perdida em um mundo frio e racional.\u003cbr\u003eA relação entre arte e modernidade adotada por Mario Pedrosa é o fio condutor dos cinco capítulos do livro. Nele, Glaucia Villas Bôas analisa a amizade entre o crítico e Mario de Andrade, considerando suas proximidades e diferenças; a história do Ateliê do Engenho de Dentro, no Centro Nacional Psiquiátrico Pedro II, e o surgimento da arte concreta carioca. A autora destaca ainda as ideias do crítico na elaboração da curadoria da VI Bienal de São Paulo, em 1961, e seu protagonismo na criação do Museu da Solidariedade Salvador Allende durante o exílio no Chile, de 1970 a 1973.\u003cbr\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade é uma contribuição para o atual debate crítico da modernidade nos meios artísticos, além de fortalecer o desenvolvimento da sociologia da arte, disciplina cuja demanda é crescente em cursos de graduação e pós-graduação.\u003cbr\u003eGlaucia Villas Bôas é professora titular da UFRJ, pesquisadora do CNPq e integrante do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Tem artigos e livros publicados nas áreas de teoria sociológica e sociologia da cultura e da arte. Dentre os livros, destaca-se Forma privilegiada. A arte concreta no Rio de Janeiro de 1946 a 1959, publicado em 2022.\u003c/div\u003e","id":2546,"num_ins":null,"examples_number":null,"pages_number":104,"published_on":null,"published_on_t":null,"publication_type_id":null,"periodicity_id":null,"country_id":6,"city_id":76,"province_id":246,"created_at":"2025-03-06T22:56:01.000Z","updated_at":"2025-03-06T23:13:57.000Z","lang":"","editorial_id":null,"institution_id":null,"completed_rate":null,"deleted_at":null,"slug":"mario-pedrosa-critico-de-arte-e-da-modernidade","rank":null,"isbn":"","published_on_relative":{"bits":1035776},"death_date_relative":null,"birth_date_relative":null,"website_list":["https://archivo.mssa.cl/Detail/objects/12987"],"tag_list":[],"publication_type_list":["Libro"]},"relation_type":"Institution","per":4},"events":{"from":{"title":" Mário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade","synopsis":"","description":"\u003cdiv\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade, de Glaucia Villas Bôas, é a mais nova publicação da Editora UFRJ, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. O lançamento acontecerá no dia 23 de novembro, às 19h, na Livraria da Travessa, à rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo. O livro analisa diferentes fases da trajetória de Mário Pedrosa (1900-1981), evidenciando o quanto seu trabalho se fundamenta em uma crítica à modernidade.\u003cbr\u003eAo longo do texto a autora explora o pensamento do crítico com base na suposição de que ele elaborou uma concepção de modernidade incomum para sua época. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, que consideravam a supressão do passado uma das condições sem as quais o país não entraria na modernidade, Mario Pedrosa ressaltou a necessidade de preservar o tempo das origens e valorizar as diferenças culturais e étnicas.\u003cbr\u003eNa década de 1950, quando no Brasil a onda moderno-desenvolvimentista projetava o futuro do país, Mario Pedrosa problematizava a aceleração do tempo, o individualismo exacerbado e a racionalidade técnica como obstáculos a um desenvolvimento mais justo e igualitário. A arte abstrata geométrica, que defendeu em sua crítica, ao mesmo tempo em que fazia parte da modernidade, trazia a promessa de sua redenção. Na visão do crítico, somente o concretismo poderia devolver aos seres humanos a sensibilidade perdida em um mundo frio e racional.\u003cbr\u003eA relação entre arte e modernidade adotada por Mario Pedrosa é o fio condutor dos cinco capítulos do livro. Nele, Glaucia Villas Bôas analisa a amizade entre o crítico e Mario de Andrade, considerando suas proximidades e diferenças; a história do Ateliê do Engenho de Dentro, no Centro Nacional Psiquiátrico Pedro II, e o surgimento da arte concreta carioca. A autora destaca ainda as ideias do crítico na elaboração da curadoria da VI Bienal de São Paulo, em 1961, e seu protagonismo na criação do Museu da Solidariedade Salvador Allende durante o exílio no Chile, de 1970 a 1973.\u003cbr\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade é uma contribuição para o atual debate crítico da modernidade nos meios artísticos, além de fortalecer o desenvolvimento da sociologia da arte, disciplina cuja demanda é crescente em cursos de graduação e pós-graduação.\u003cbr\u003eGlaucia Villas Bôas é professora titular da UFRJ, pesquisadora do CNPq e integrante do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Tem artigos e livros publicados nas áreas de teoria sociológica e sociologia da cultura e da arte. Dentre os livros, destaca-se Forma privilegiada. A arte concreta no Rio de Janeiro de 1946 a 1959, publicado em 2022.\u003c/div\u003e","id":2546,"num_ins":null,"examples_number":null,"pages_number":104,"published_on":null,"published_on_t":null,"publication_type_id":null,"periodicity_id":null,"country_id":6,"city_id":76,"province_id":246,"created_at":"2025-03-06T22:56:01.000Z","updated_at":"2025-03-06T23:13:57.000Z","lang":"","editorial_id":null,"institution_id":null,"completed_rate":null,"deleted_at":null,"slug":"mario-pedrosa-critico-de-arte-e-da-modernidade","rank":null,"isbn":"","published_on_relative":{"bits":1035776},"death_date_relative":null,"birth_date_relative":null,"website_list":["https://archivo.mssa.cl/Detail/objects/12987"],"tag_list":[],"publication_type_list":["Libro"]},"relation_type":"Event","per":4},"artworks":{"from":{"title":" Mário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade","synopsis":"","description":"\u003cdiv\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade, de Glaucia Villas Bôas, é a mais nova publicação da Editora UFRJ, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. O lançamento acontecerá no dia 23 de novembro, às 19h, na Livraria da Travessa, à rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo. O livro analisa diferentes fases da trajetória de Mário Pedrosa (1900-1981), evidenciando o quanto seu trabalho se fundamenta em uma crítica à modernidade.\u003cbr\u003eAo longo do texto a autora explora o pensamento do crítico com base na suposição de que ele elaborou uma concepção de modernidade incomum para sua época. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, que consideravam a supressão do passado uma das condições sem as quais o país não entraria na modernidade, Mario Pedrosa ressaltou a necessidade de preservar o tempo das origens e valorizar as diferenças culturais e étnicas.\u003cbr\u003eNa década de 1950, quando no Brasil a onda moderno-desenvolvimentista projetava o futuro do país, Mario Pedrosa problematizava a aceleração do tempo, o individualismo exacerbado e a racionalidade técnica como obstáculos a um desenvolvimento mais justo e igualitário. A arte abstrata geométrica, que defendeu em sua crítica, ao mesmo tempo em que fazia parte da modernidade, trazia a promessa de sua redenção. Na visão do crítico, somente o concretismo poderia devolver aos seres humanos a sensibilidade perdida em um mundo frio e racional.\u003cbr\u003eA relação entre arte e modernidade adotada por Mario Pedrosa é o fio condutor dos cinco capítulos do livro. Nele, Glaucia Villas Bôas analisa a amizade entre o crítico e Mario de Andrade, considerando suas proximidades e diferenças; a história do Ateliê do Engenho de Dentro, no Centro Nacional Psiquiátrico Pedro II, e o surgimento da arte concreta carioca. A autora destaca ainda as ideias do crítico na elaboração da curadoria da VI Bienal de São Paulo, em 1961, e seu protagonismo na criação do Museu da Solidariedade Salvador Allende durante o exílio no Chile, de 1970 a 1973.\u003cbr\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade é uma contribuição para o atual debate crítico da modernidade nos meios artísticos, além de fortalecer o desenvolvimento da sociologia da arte, disciplina cuja demanda é crescente em cursos de graduação e pós-graduação.\u003cbr\u003eGlaucia Villas Bôas é professora titular da UFRJ, pesquisadora do CNPq e integrante do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Tem artigos e livros publicados nas áreas de teoria sociológica e sociologia da cultura e da arte. Dentre os livros, destaca-se Forma privilegiada. A arte concreta no Rio de Janeiro de 1946 a 1959, publicado em 2022.\u003c/div\u003e","id":2546,"num_ins":null,"examples_number":null,"pages_number":104,"published_on":null,"published_on_t":null,"publication_type_id":null,"periodicity_id":null,"country_id":6,"city_id":76,"province_id":246,"created_at":"2025-03-06T22:56:01.000Z","updated_at":"2025-03-06T23:13:57.000Z","lang":"","editorial_id":null,"institution_id":null,"completed_rate":null,"deleted_at":null,"slug":"mario-pedrosa-critico-de-arte-e-da-modernidade","rank":null,"isbn":"","published_on_relative":{"bits":1035776},"death_date_relative":null,"birth_date_relative":null,"website_list":["https://archivo.mssa.cl/Detail/objects/12987"],"tag_list":[],"publication_type_list":["Libro"]},"relation_type":"ArtWork","per":4},"publications":{"from":{"title":" Mário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade","synopsis":"","description":"\u003cdiv\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade, de Glaucia Villas Bôas, é a mais nova publicação da Editora UFRJ, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. O lançamento acontecerá no dia 23 de novembro, às 19h, na Livraria da Travessa, à rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo. O livro analisa diferentes fases da trajetória de Mário Pedrosa (1900-1981), evidenciando o quanto seu trabalho se fundamenta em uma crítica à modernidade.\u003cbr\u003eAo longo do texto a autora explora o pensamento do crítico com base na suposição de que ele elaborou uma concepção de modernidade incomum para sua época. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, que consideravam a supressão do passado uma das condições sem as quais o país não entraria na modernidade, Mario Pedrosa ressaltou a necessidade de preservar o tempo das origens e valorizar as diferenças culturais e étnicas.\u003cbr\u003eNa década de 1950, quando no Brasil a onda moderno-desenvolvimentista projetava o futuro do país, Mario Pedrosa problematizava a aceleração do tempo, o individualismo exacerbado e a racionalidade técnica como obstáculos a um desenvolvimento mais justo e igualitário. A arte abstrata geométrica, que defendeu em sua crítica, ao mesmo tempo em que fazia parte da modernidade, trazia a promessa de sua redenção. Na visão do crítico, somente o concretismo poderia devolver aos seres humanos a sensibilidade perdida em um mundo frio e racional.\u003cbr\u003eA relação entre arte e modernidade adotada por Mario Pedrosa é o fio condutor dos cinco capítulos do livro. Nele, Glaucia Villas Bôas analisa a amizade entre o crítico e Mario de Andrade, considerando suas proximidades e diferenças; a história do Ateliê do Engenho de Dentro, no Centro Nacional Psiquiátrico Pedro II, e o surgimento da arte concreta carioca. A autora destaca ainda as ideias do crítico na elaboração da curadoria da VI Bienal de São Paulo, em 1961, e seu protagonismo na criação do Museu da Solidariedade Salvador Allende durante o exílio no Chile, de 1970 a 1973.\u003cbr\u003eMário Pedrosa, crítico de arte e da modernidade é uma contribuição para o atual debate crítico da modernidade nos meios artísticos, além de fortalecer o desenvolvimento da sociologia da arte, disciplina cuja demanda é crescente em cursos de graduação e pós-graduação.\u003cbr\u003eGlaucia Villas Bôas é professora titular da UFRJ, pesquisadora do CNPq e integrante do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Tem artigos e livros publicados nas áreas de teoria sociológica e sociologia da cultura e da arte. Dentre os livros, destaca-se Forma privilegiada. A arte concreta no Rio de Janeiro de 1946 a 1959, publicado em 2022.\u003c/div\u003e","id":2546,"num_ins":null,"examples_number":null,"pages_number":104,"published_on":null,"published_on_t":null,"publication_type_id":null,"periodicity_id":null,"country_id":6,"city_id":76,"province_id":246,"created_at":"2025-03-06T22:56:01.000Z","updated_at":"2025-03-06T23:13:57.000Z","lang":"","editorial_id":null,"institution_id":null,"completed_rate":null,"deleted_at":null,"slug":"mario-pedrosa-critico-de-arte-e-da-modernidade","rank":null,"isbn":"","published_on_relative":{"bits":1035776},"death_date_relative":null,"birth_date_relative":null,"website_list":["https://archivo.mssa.cl/Detail/objects/12987"],"tag_list":[],"publication_type_list":["Libro"]},"relation_type":"Publication","per":4}}}