“Verde-distância” é o conceito da 2ª Bienal das Amazônias, inspirado em um trecho da novela Verde Vagomundo (1972), de Benedicto Monteiro. Entre milhares de tons de verde, “verde-distância” emerge como uma paisagem sensível em movimento — uma forma de sentir o território não por limites fixos, mas por ritmos, travessias e ressonâncias.
A partir de 29 de agosto de 2025, a 2a edição da Bienal das Amazônias acontece em Belém, Pará, e parte do sonho como tecnologia — uma forma de conhecimento que escuta, percorre e conecta corpos, memórias e geografias. Do sotaque ao tambor, da tradição oral à biodiversidade, cada vibração compõe um mundo em transformação.
Com Manuela Moscoso como curadora-chefe; Sara Garzón como curadora adjunta; Jean da Silva, co-curador do programa público; e Mônica Amieva, curadora pedagógica, a Bienal reúne artistas e pensadores da Pan-Amazônia e Caribe em práticas transdisciplinares que atravessam o visível e o sensorial.
A identidade visual, criada por Priscila Clementti e Bonikta (Caio Aguiar), traduz essas vibrações em imagem: múltiplos tons de verde que ecoam os fluxos da floresta, como rios que correm em mais de uma direção.
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Ministério da Cultura, Nubank, Shell e Instituto Cultural Vale apresentam Bienal das Amazônias.
Projeto realizado por meio da Lei de Incentivo Federal à Cultura Rouanet.
A partir de 29 de agosto de 2025, a 2a edição da Bienal das Amazônias acontece em Belém, Pará, e parte do sonho como tecnologia — uma forma de conhecimento que escuta, percorre e conecta corpos, memórias e geografias. Do sotaque ao tambor, da tradição oral à biodiversidade, cada vibração compõe um mundo em transformação.
Com Manuela Moscoso como curadora-chefe; Sara Garzón como curadora adjunta; Jean da Silva, co-curador do programa público; e Mônica Amieva, curadora pedagógica, a Bienal reúne artistas e pensadores da Pan-Amazônia e Caribe em práticas transdisciplinares que atravessam o visível e o sensorial.
A identidade visual, criada por Priscila Clementti e Bonikta (Caio Aguiar), traduz essas vibrações em imagem: múltiplos tons de verde que ecoam os fluxos da floresta, como rios que correm em mais de uma direção.
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Ministério da Cultura, Nubank, Shell e Instituto Cultural Vale apresentam Bienal das Amazônias.
Projeto realizado por meio da Lei de Incentivo Federal à Cultura Rouanet.