{"resource":{"model_name":"event","name":"Exposição Modelo Vivo","created_at":"2025-03-12T15:21:55.000Z","image_resize":"/assets/thumbnail-c772f6f285f90de92698d3632bcb37afce23ccff92fcb9c613de92d67714054b.jpg","image_thumb":"/assets/thumbnail-c772f6f285f90de92698d3632bcb37afce23ccff92fcb9c613de92d67714054b.jpg","image_large":"/assets/thumbnail-c772f6f285f90de92698d3632bcb37afce23ccff92fcb9c613de92d67714054b.jpg","website_list":"","location":"Río de Janeiro - Brasil","country":"Brasil","coords":[null,null],"address":"Sesc Niterói: Rua Padre Anchieta. São Domingos. Niterói. 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A iniciativa amplia a visibilidade da produção artística emergente carioca, valorizando contextos periféricos e realidades sociais pouco discutidas nos museus e galerias. A produção é da Atelier Produtora e da Amador Projetos. \u003cstrong\u003eO projeto foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar.\u003c/strong\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003eA exposição, que mistura instalação e performance, consiste nos artistas, trajados como seguranças patrimoniais, que desempenham simultaneamente suas funções de vigilância e, ao mesmo tempo, o papel de modelos vivos. O espaço expositivo é transformado em um ateliê de arte completo com cavaletes, bancos e materiais de desenho à disposição do público. Durante o período da exposição, os visitantes têm a oportunidade de participar de aulas de desenho, produzindo obras que poderão permanecer dentro da mostra, contribuindo para a transformação do ambiente. Os visitantes poderão desenhar, aprender e debater questões fundamentais, como os modelos de representação na arte e as relações sociais que sustentam o funcionamento das instituições culturais.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003eA mostra brinca com os processos de criação no mundo da arte ao tornar o ambiente expositivo mutável, quase “borrando” as delimitações presentes nas artes visuais, de modo que o espaço expositivo, que geralmente culmina em divulgar o fim do processo da criação artística, ganha traços de um ateliê, que é onde originalmente surge o processo inicial criativo. \u0026nbsp;\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003eJá os seguranças também ganham uma dupla função: ora performam “cuidando” das obras expostas, como também servem de modelos vivos para o público. Por fim, o próprio público, que costuma ser um mero observador, também ganha protagonismo nesta exposição. Este passa a ser responsável pela criação dos desenhos que serão expostos nas paredes da galeria ao longo da temporada do projeto. Dessa maneira, a exposição para existir, necessita principalmente da veia criativa do público que, ao criar a sua obra se vê, simultaneamente\u0026nbsp; exposto numa galeria de arte.\u0026nbsp;\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e”A exposição \u003cem\u003eModelo Vivo\u003c/em\u003e desafia a representação clássica do modelo vivo, deslocando o foco para os trabalhadores que sustentam as instituições culturais. Em um campo historicamente dominado por figuras idealizadas de matriz ocidental europeia, a performance valoriza o protagonismo dos seguranças patrimoniais, promovendo um debate crítico sobre questões de classe, raça e representatividade na história da arte”, declaram Amador e Jr.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003eProgramação e Acessibilidade\u003cbr\u003e\u003c/strong\u003eA exposição conta com 12 sessões performáticas, realizadas semanalmente, com duração de 8 horas cada. Durante as performances, professores de arte serão convidados a ministrar aulas públicas de desenho de modelo vivo, com duas horas de duração. Para promover inclusão e acessibilidade, duas dessas aulas contarão com interpretação em LIBRAS. Projetos sociais e instituições públicas também participarão da iniciativa, com transporte e alimentação oferecidos pelo projeto. Jovens, crianças e adultos terão a oportunidade de vivenciar a experiência artística, promovendo integração e aprendizado.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e","url":"/events/exposicao-modelo-vivo"},"definitions":{"people":{"from":{"name":"Exposição Modelo Vivo","description":"\u003cdiv\u003eO\u003cstrong\u003e Sesc Niterói\u003c/strong\u003e apresenta \u003cstrong\u003ede 22 de março a 21 de junho\u003c/strong\u003e a exposição \u003cstrong\u003e\u003cem\u003eModelo Vivo.\u0026nbsp; \u003c/em\u003e\u003c/strong\u003eIdealizado pelos artistas \u003cstrong\u003eAntonio Gonzaga Amador e Jandir Jr., \u003c/strong\u003eartistas integrantes da \u003cstrong\u003e\u003cem\u003eAmador e Jr. Segurança Patrimonial Ltda.,\u003c/em\u003e\u003c/strong\u003e e com curadoria de\u003cstrong\u003e João Paulo Ovídio\u003c/strong\u003e, a mostra\u0026nbsp; provoca questionamentos sobre a invisibilidade das funções de base nos espaços culturais e o papel transformador da educação nas artes. 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Os visitantes poderão desenhar, aprender e debater questões fundamentais, como os modelos de representação na arte e as relações sociais que sustentam o funcionamento das instituições culturais.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003eA mostra brinca com os processos de criação no mundo da arte ao tornar o ambiente expositivo mutável, quase “borrando” as delimitações presentes nas artes visuais, de modo que o espaço expositivo, que geralmente culmina em divulgar o fim do processo da criação artística, ganha traços de um ateliê, que é onde originalmente surge o processo inicial criativo. \u0026nbsp;\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003eJá os seguranças também ganham uma dupla função: ora performam “cuidando” das obras expostas, como também servem de modelos vivos para o público. Por fim, o próprio público, que costuma ser um mero observador, também ganha protagonismo nesta exposição. Este passa a ser responsável pela criação dos desenhos que serão expostos nas paredes da galeria ao longo da temporada do projeto. Dessa maneira, a exposição para existir, necessita principalmente da veia criativa do público que, ao criar a sua obra se vê, simultaneamente\u0026nbsp; exposto numa galeria de arte.\u0026nbsp;\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e”A exposição \u003cem\u003eModelo Vivo\u003c/em\u003e desafia a representação clássica do modelo vivo, deslocando o foco para os trabalhadores que sustentam as instituições culturais. Em um campo historicamente dominado por figuras idealizadas de matriz ocidental europeia, a performance valoriza o protagonismo dos seguranças patrimoniais, promovendo um debate crítico sobre questões de classe, raça e representatividade na história da arte”, declaram Amador e Jr.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003eProgramação e Acessibilidade\u003cbr\u003e\u003c/strong\u003eA exposição conta com 12 sessões performáticas, realizadas semanalmente, com duração de 8 horas cada. Durante as performances, professores de arte serão convidados a ministrar aulas públicas de desenho de modelo vivo, com duas horas de duração. Para promover inclusão e acessibilidade, duas dessas aulas contarão com interpretação em LIBRAS. Projetos sociais e instituições públicas também participarão da iniciativa, com transporte e alimentação oferecidos pelo projeto. Jovens, crianças e adultos terão a oportunidade de vivenciar a experiência artística, promovendo integração e aprendizado.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e","id":9794,"web_site":null,"start_date":null,"end_date":null,"country_id":6,"city_id":76,"province_id":3554,"periodicity_id":3439,"estimated_audience":null,"created_at":"2025-03-12T15:21:55.000Z","updated_at":"2025-03-12T15:21:55.000Z","parent_id":null,"completed_rate":null,"deleted_at":null,"slug":"exposicao-modelo-vivo","rank":null,"street":"Sesc Niterói: Rua Padre Anchieta. São Domingos. Niterói. RJ. 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A iniciativa amplia a visibilidade da produção artística emergente carioca, valorizando contextos periféricos e realidades sociais pouco discutidas nos museus e galerias. A produção é da Atelier Produtora e da Amador Projetos. \u003cstrong\u003eO projeto foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar.\u003c/strong\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003eA exposição, que mistura instalação e performance, consiste nos artistas, trajados como seguranças patrimoniais, que desempenham simultaneamente suas funções de vigilância e, ao mesmo tempo, o papel de modelos vivos. O espaço expositivo é transformado em um ateliê de arte completo com cavaletes, bancos e materiais de desenho à disposição do público. Durante o período da exposição, os visitantes têm a oportunidade de participar de aulas de desenho, produzindo obras que poderão permanecer dentro da mostra, contribuindo para a transformação do ambiente. Os visitantes poderão desenhar, aprender e debater questões fundamentais, como os modelos de representação na arte e as relações sociais que sustentam o funcionamento das instituições culturais.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003eA mostra brinca com os processos de criação no mundo da arte ao tornar o ambiente expositivo mutável, quase “borrando” as delimitações presentes nas artes visuais, de modo que o espaço expositivo, que geralmente culmina em divulgar o fim do processo da criação artística, ganha traços de um ateliê, que é onde originalmente surge o processo inicial criativo. \u0026nbsp;\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003eJá os seguranças também ganham uma dupla função: ora performam “cuidando” das obras expostas, como também servem de modelos vivos para o público. Por fim, o próprio público, que costuma ser um mero observador, também ganha protagonismo nesta exposição. Este passa a ser responsável pela criação dos desenhos que serão expostos nas paredes da galeria ao longo da temporada do projeto. Dessa maneira, a exposição para existir, necessita principalmente da veia criativa do público que, ao criar a sua obra se vê, simultaneamente\u0026nbsp; exposto numa galeria de arte.\u0026nbsp;\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e”A exposição \u003cem\u003eModelo Vivo\u003c/em\u003e desafia a representação clássica do modelo vivo, deslocando o foco para os trabalhadores que sustentam as instituições culturais. Em um campo historicamente dominado por figuras idealizadas de matriz ocidental europeia, a performance valoriza o protagonismo dos seguranças patrimoniais, promovendo um debate crítico sobre questões de classe, raça e representatividade na história da arte”, declaram Amador e Jr.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003eProgramação e Acessibilidade\u003cbr\u003e\u003c/strong\u003eA exposição conta com 12 sessões performáticas, realizadas semanalmente, com duração de 8 horas cada. Durante as performances, professores de arte serão convidados a ministrar aulas públicas de desenho de modelo vivo, com duas horas de duração. Para promover inclusão e acessibilidade, duas dessas aulas contarão com interpretação em LIBRAS. Projetos sociais e instituições públicas também participarão da iniciativa, com transporte e alimentação oferecidos pelo projeto. 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