{"resource":{"model_name":"event","name":"Exposição Casa Própria","created_at":"2026-03-05T10:13:55.000Z","image_resize":"https://artenlinea.s3-accelerate.amazonaws.com/digital_files/23561/resize_OP1_geral.png","image_thumb":"https://artenlinea.s3-accelerate.amazonaws.com/digital_files/23561/resize_OP1_geral.png","image_large":"https://artenlinea.s3-accelerate.amazonaws.com/digital_files/23561/large_OP1_geral.png","website_list":"\u003ca target=\"blank\" class=\"text-brake\" href=\"https://museubispodorosario.com/\"\u003ehttps://museubispodorosario.com/\u003c/a\u003e","location":"Río de Janeiro - Brasil","country":"Brasil","coords":[null,null],"address":" Edifício Sede da Colônia Juliano Moreira - Estr. Rodrigues Caldas. 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Com curadoria de \u003cstrong\u003ePollyanna Quintella\u003c/strong\u003e e produção da \u003cstrong\u003eAtelier Produtora\u003c/strong\u003e, a mostra reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo dos últimos anos de pesquisa da artista, incluindo obras inéditas, e propõe uma reflexão sobre a casa como espaço simbólico, político e afetivo.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eA partir de referências diretas à arquitetura do subúrbio carioca, Ana Hortides desenvolve uma investigação plástica que transforma elementos recorrentes da construção civil popular em matéria artística. Cimento, azulejos, pisos e fragmentos cerâmicos aparecem em esculturas, instalações e pinturas que deslocam esses materiais de seu uso funcional, criando estruturas que tensionam noções de permanência, improviso e pertencimento.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eOriunda de Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a artista estabelece uma relação direta entre sua trajetória pessoal e os modos de construção presentes nas periferias urbanas. Escadas, lajes, fachadas e platibandas, frequentemente associadas ao trabalho informal e ao saber prático de pedreiros e construtores populares, surgem na exposição como formas autônomas, deslocadas de suas funções originais para se afirmarem como linguagem visual e discurso crítico.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eA exposição ocupa a galeria Carlos Miguel do Museu Bispo do Rosario reunindo obras das séries \u003cem\u003eCasa 15 \u003c/em\u003e(2020-2026),\u0026nbsp; \u003cem\u003ePlatibanda\u003c/em\u003e (2024-2026) e \u003cem\u003eTo and fro\u003c/em\u003e (2026). Em \u003cstrong\u003eCasa Própria\u003c/strong\u003e, Hortides investiga os padrões ornamentais que marcam as fachadas das casas populares brasileiras, especialmente o uso de cacos cerâmicos e pisos coloridos aplicados de forma manual. Essas composições, muitas vezes nomeadas pela artista como “padrão” ou “raios”, compõem um repertório visual que atravessa o cotidiano urbano e ganha densidade poética no espaço expositivo.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e“O meu trabalho nasce da observação da construção civil popular brasileira e das fachadas ornamentadas com cacos cerâmicos, entendidas como um repertório visual. As séries transformam esses gestos e materiais cotidianos em escultura, afirmando identidades populares e o valor simbólico dessas arquiteturas que resistem ao tempo”, diz Ana Hortides.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eAs fachadas, platibandas e terraços dessas construções possuem uma estética única, carregada de significados afetivos, históricos e culturais, expressos nos adornos, desenhos e padrões formados por pisos e cacos cerâmicos coloridos. Essa memória visual e material é diretamente conectada à experiência pessoal de Ana Hortides, cuja família ergueu, com as próprias mãos, a casa onde ainda vivem no subúrbio do Rio de Janeiro. A pesquisa da artista se entrelaça com a tradição da autoconstrução, tão presente nas periferias brasileiras, e com rituais comunitários como \"bater laje\", símbolo potente de resistência e pertencimento.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eNo dia da abertura, a artista realizará uma visita guiada. Além da exposição, \u003cstrong\u003eCasa Própria \u003c/strong\u003eoferece um programa de formação com a artista e pesquisadores. O evento abordará temas como arquitetura popular, arte periférica e protagonismo feminino na produção artística, e ocorrerá durante o lançamento do catálogo. 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Escadas, lajes, fachadas e platibandas, frequentemente associadas ao trabalho informal e ao saber prático de pedreiros e construtores populares, surgem na exposição como formas autônomas, deslocadas de suas funções originais para se afirmarem como linguagem visual e discurso crítico.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eA exposição ocupa a galeria Carlos Miguel do Museu Bispo do Rosario reunindo obras das séries \u003cem\u003eCasa 15 \u003c/em\u003e(2020-2026),\u0026nbsp; \u003cem\u003ePlatibanda\u003c/em\u003e (2024-2026) e \u003cem\u003eTo and fro\u003c/em\u003e (2026). Em \u003cstrong\u003eCasa Própria\u003c/strong\u003e, Hortides investiga os padrões ornamentais que marcam as fachadas das casas populares brasileiras, especialmente o uso de cacos cerâmicos e pisos coloridos aplicados de forma manual. 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Essa memória visual e material é diretamente conectada à experiência pessoal de Ana Hortides, cuja família ergueu, com as próprias mãos, a casa onde ainda vivem no subúrbio do Rio de Janeiro. A pesquisa da artista se entrelaça com a tradição da autoconstrução, tão presente nas periferias brasileiras, e com rituais comunitários como \"bater laje\", símbolo potente de resistência e pertencimento.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eNo dia da abertura, a artista realizará uma visita guiada. Além da exposição, \u003cstrong\u003eCasa Própria \u003c/strong\u003eoferece um programa de formação com a artista e pesquisadores. O evento abordará temas como arquitetura popular, arte periférica e protagonismo feminino na produção artística, e ocorrerá durante o lançamento do catálogo. A mostra também conta com audiodescrição das obras e intérpretes de Libras na visita guiada e atividade formativa, garantindo acessibilidade às pessoas com deficiência.\u0026nbsp;\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e","id":10711,"web_site":null,"start_date":null,"end_date":null,"country_id":6,"city_id":76,"province_id":246,"periodicity_id":3439,"estimated_audience":null,"created_at":"2026-03-05T10:13:55.000Z","updated_at":"2026-03-05T10:13:55.000Z","parent_id":null,"completed_rate":null,"deleted_at":null,"slug":"exposicao-casa-propria","rank":null,"street":" Edifício Sede da Colônia Juliano Moreira - Estr. Rodrigues Caldas. 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Com curadoria de \u003cstrong\u003ePollyanna Quintella\u003c/strong\u003e e produção da \u003cstrong\u003eAtelier Produtora\u003c/strong\u003e, a mostra reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo dos últimos anos de pesquisa da artista, incluindo obras inéditas, e propõe uma reflexão sobre a casa como espaço simbólico, político e afetivo.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eA partir de referências diretas à arquitetura do subúrbio carioca, Ana Hortides desenvolve uma investigação plástica que transforma elementos recorrentes da construção civil popular em matéria artística. Cimento, azulejos, pisos e fragmentos cerâmicos aparecem em esculturas, instalações e pinturas que deslocam esses materiais de seu uso funcional, criando estruturas que tensionam noções de permanência, improviso e pertencimento.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eOriunda de Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a artista estabelece uma relação direta entre sua trajetória pessoal e os modos de construção presentes nas periferias urbanas. Escadas, lajes, fachadas e platibandas, frequentemente associadas ao trabalho informal e ao saber prático de pedreiros e construtores populares, surgem na exposição como formas autônomas, deslocadas de suas funções originais para se afirmarem como linguagem visual e discurso crítico.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eA exposição ocupa a galeria Carlos Miguel do Museu Bispo do Rosario reunindo obras das séries \u003cem\u003eCasa 15 \u003c/em\u003e(2020-2026),\u0026nbsp; \u003cem\u003ePlatibanda\u003c/em\u003e (2024-2026) e \u003cem\u003eTo and fro\u003c/em\u003e (2026). Em \u003cstrong\u003eCasa Própria\u003c/strong\u003e, Hortides investiga os padrões ornamentais que marcam as fachadas das casas populares brasileiras, especialmente o uso de cacos cerâmicos e pisos coloridos aplicados de forma manual. 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Essa memória visual e material é diretamente conectada à experiência pessoal de Ana Hortides, cuja família ergueu, com as próprias mãos, a casa onde ainda vivem no subúrbio do Rio de Janeiro. A pesquisa da artista se entrelaça com a tradição da autoconstrução, tão presente nas periferias brasileiras, e com rituais comunitários como \"bater laje\", símbolo potente de resistência e pertencimento.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv\u003eNo dia da abertura, a artista realizará uma visita guiada. Além da exposição, \u003cstrong\u003eCasa Própria \u003c/strong\u003eoferece um programa de formação com a artista e pesquisadores. O evento abordará temas como arquitetura popular, arte periférica e protagonismo feminino na produção artística, e ocorrerá durante o lançamento do catálogo. 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